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G7 apela a "uma acção urgente e excepcional" para combater a crise financeira

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G7 apela a "uma acção urgente e excepcional" para combater a crise financeira

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O G7 aprovou plano de acção contra a crise e promete recorrer a todos os os meios para não deixar os principais bancos falir de forma a evitar um “efeito dominó”.

Os ministros das Finanças e governadores dos bancos centrais dos 7 países mais industrializados do mundo acordaram, em Washington, um plano de 5 pontos que apela a uma acção “urgente e excepcional” para “estabilizar os mercados financeiros”, “restabelecer o fluxo de crédito”, recuperar a confiança e implementar uma regulamentação necessária.

Do lado norte-americano, o secretário do Tesouro, Henry Paulson afirmou que o Estado prepara-se para adquirir participações nas instituições financeiras, uma forma ligeira de falar em nacionalizações, mesmo que parciais.

O G7 quer introduzir liquidez na banca e instituições financeiras e facilitar o acesso ao crédito, nomeadamente público para que a confiança regresse e as instituições possam continuar a emprestar dinheiro entre si, aos particulares e às empresas.

Apesar de reconhecer a gravidade da situação, o G7 deixa as medidas concretas para o âmbito nacional.

Domingo, os chefes de Estado e governo dos 15 países da zona Euro reúnem-se em Paris com o presidente da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu em busca de uma solução conjunta para a crise.