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As consequências da crise económica poderão levar o governo britânico a restringir a entrada de imigrantes

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As consequências da crise económica poderão levar o governo britânico a restringir a entrada de imigrantes

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Numa entrevista ao jornal “The Times”, o novo ministro da imigração Phil Woolas defende a redução do fluxo migratório, temendo o crescimento da população britânica, de 61 milhões, “para lá de 70 milhões de habitantes”.

Até hoje os trabalhistas opunham-se a fixar quotas máximas à entrada de estrangeiros. “Penso que temos de discutir o tema da imigração. Não falar disso criou problemas na minha circunscrição eleitoral há 7 anos. Temos de fazê-lo de uma forma madura, sem discriminação e baseando-nos em factos, mas discutindo o problema”, afirma Woolas.

As afirmações semeiam a divisão no governo que reforçou há meses a política de imigração, fazendo-a depender das necessidades laborais. Uma transeunte afirma que, “a imigração deve ser parada definitivamente e que a decisão deveria ser tomada antes”.

Outro concorda com mais restrições, “para que só se permita a entrada dos imigrantes que têm trabalho, é a única forma de poderem viver no país. Se o governo admite estar a mudar a política de imigração, muitos responsáveis afirmam que as novas medidas passarão, antes de mais, por limitar o número de regularizações.

Nos últimos seis anos, dois milhões de estrangeiros instalaram-se no Reino Unido, alimentando o crescimento económico do país.