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Ultimato europeu à Mauritânia

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Ultimato europeu à Mauritânia

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Um mês é o prazo dado à junta militar da Mauritânia, para apresentar uma programa de retorno à via democratico-constitucional.

O ultimado foi apresentado pela União Europeia, depois de um encontro em Paris, entre representantes da União e da Junta Militar, responsável pelo golpe de Estado de Agosto.

A junta fez uma proposta que a União Europeia, não levou em consideração. Por exemplo, era omissa, em relação à libertação imediata e sem condições do presidente eleito, Sidi Ould Chaikh Abdallali.

Um porta-voz de Bruxelas disse mesmo que a proposta da Mauritância apontava para a “manutenção de um quadro político não constitucional e ilegítimo, sem prespectivas de regresso à via democratico-constitucional, no curto prazo”.

Se não houver evolução, a União terminará as consultas bilaterais e aplicará sanções.

Entre elas, pode estar a exclusão do país dos programs de cooperação, estabelecidos com os países ACP.