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Sarah Pallin começa a cair em desgraça

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Sarah Pallin começa a cair em desgraça

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Depois de sete semanas de campanha eleitoral, Sarah Palin, a figura de cartaz dos republicanos parece transformar-se num pesadelo. Às múltiplas “gaffes” da candidata à vice-presidência dos Estados Unidos juntam-se a pesada factura do seu guarda-fatos, tudo muito bem explorado pela imprensa que nos estados unidos se mostra claramente pro Obama segundo certos analistas.

Partido Republicano confirmou ter gasto 150 mil dólares (cerca de 117 mil euros) em lojas de luxo de St. Louis, Nova Iorque e Minneapolis, para vestir e maquilhar Pallin, números que em tempo de crise financeira não deixam de chocar o eleitorado. A candidata republicana viu-se igualmente acusada de abuso de poder no âmbito das suas funções de governadora do Estado do Alasca.

De acordo com um inquérito parlamentar, aberto antes da sua nomeação, Pallin fez pressão para despedir o agente Michael Woteen, ex-cunhado em divórcio litigioso com a irma da Governadora. Perante a recusa foi o chefe de segurança pública do Alasca, Walter Monegam, que acabou por ser afastado a 11 de Julho. Esbanjadora, incompetente e inexperiente em política internacional, acusações não faltam contra a popular candidata republicana que se mostra disposta a vestir todas as máscaras para conquistar votos.