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França a viver momentos difíceis, e o presidente deixou um aviso: a crise está para ficar e vai ainda produzir muitos efeitos.

O consumo privado em forte baixa, com destaque para os automóveis e texteis. Também o sector hoteleiro está em quebra e, por consquência, a venda de produtos domésticos registou uma ligeira melhoria de 0.6 por cento.

Esta quinta-feira o presidente Nicolas Sarkozy explicou porque não deixou falir os bancos franceses:

“Se tivesse deixado cair os bancos em falência, como os américanos fizeram, com o Lehman Brothers… os falidos dos bancos, seriam os trabalhadores, os reformados, que teriam pago um preço forte. E as PME que que não teriam podido encontrar financiamento”

Um discurso, durante a visita a uma fábrica na Alta Saboia.

Nicolas Sarkozy anunciou a criação de um Fundo Nacional de Investimento Estratégico e a suspensão, até 2010, da taxa profissional, em todos os investimentos.

São medidas para atenuar os efeitos devastadores da crise e tentar escapar a um cenário de recessão, que os analistas acham inevitável.

As contas públicas também devem derrapar e o défice, este ano, será superior às previsões.

O mês de Outubro tem os piores indicadores da economia francesa, desde 1993.

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