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Desfecho imprevisível nas eleições norte-americanas

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Desfecho imprevisível nas eleições norte-americanas

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Faltam sete dias para as eleições presidenciais norte-americanas e o desfecho é ainda uma incógnita. Apesar da maioria das sondagens darem uma confortável vantagem a Barack Obama, há estudos que indicam um grande equilíbrio nas intenções de voto.

A corrida à Casa Branca deste ano é diferente de outras ocasiões revela um analista político. “Nós não sabemos o que se vai passar na participação. Tradicionalmente somos capazes de analisar um eleitorado e notar que é igual ao de há quatro anos. Por isso conseguimos perceber como é que os eleitores vão votar. Este ano não conseguimos prever como vai ser a tendência. Por isso tudo é um pouco questionável”, refere.

Em todo o caso, todos os estudos de opinião apontam para a vitória de Obama, incluindo em estados considerados essenciais.

“As nossas tropas fizeram tudo o que lhes foi exigido, e tiveram um óptimo desempenho no Iraque e no Afeganistão. Mas é tempo de pararmos de gastar 10 mil milhões de dólares mensais no Iraque quando o governo iraquiano senta-se num enorme excedente”, diz o candidato democrata.

Com o adversário à beira de lhe roubar Estados fundamentais para a vitória republicana em 2004, John McCain tentar converter pelo menos um estado democrata e recuperar os que terão passado para o “inimigo”.

“O meu adversário está a trabalhar, juntamente com a porta-voz do senado e com líder da maioria na câmara dos representantes, em planos para aumentar impostos, reforçar os gastos e conceder a derrota no Iraque”, declarou McCain.

McCain tem uma semana para recuperar terreno nas eleições marcadas para o próximo dia 4.