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Calma, mas só aparente. A situação é tensa em Goma, no Leste da República Democrática do Congo (RDC). O cessar-fogo, decretado unilateralmente pelos rebeldes, está a ser mais ou menos respeitado e a ONU aproveita para reforçar posições na cidade.

Mas para o líder rebelde tutsi congolês, acusado de receber apoio do Ruanda, as tropas da ONU não o vão impedir de tomar a capital da região de Nord-Kivu.

Várias organizações humanitárias pedem à ONU que forneça os meios necessários às tropas no terreno para proteger a população. Até agora, as Nações Unidas apenas mostraram a sua preocupação e enviaram representantes para abordar a questão com os governos congolês e ruandês.

Com a progressão dos rebeldes, o exército congolês abandonou Goma. Há quem o acuse de execuções sumárias e pilhagens. Com os militares fogem também milhares de civis.

A comunidade internacional teme uma catástrofe humanitária. Desde o reinício das hostilidades em Agosto, 250 mil pessoas já engrossaram as fileiras dos deslocados. São mais de um milhão.

Quem fica não se aventura nas ruas e pede auxílio. A França é a favor do envio de uma força de reacção rápida, mas não há um consenso no seio da União Europeia.

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