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Ajuda humanitária para os refugiados da Republica Democrática do Congo

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Ajuda humanitária para os refugiados da Republica Democrática do Congo

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Esta segunda-feira toneladas de alimentos e medicamentos chegarão a Rutshuru uma região no leste do pais controlada pelos rebeldes.

Cerca de 50 mil deslocados foram para Goma – a capital da província de Kivu, norte do país.

O chefe da diplomacia britânica defende:“O governo da Repuúlica Democrática do Congo deve conduzir as suas forças de maneira adquada, honrar os compromissos impostos pelo tratado de Nairobi requisitar um apoio activo do Ruanda, mas o governo deve assumir as suas responsabilidades.

O governo congolês acusa Ruanda de apoiar os rebeldes liderados pelo general Laurent Nkunda, mas os dois presidentes concordaram em participar de uma reunião regional sobre o assunto dentro de algumas semanas.

O comboio humanitário deve deixar a cidade de Goma e entrar em território controlado pelas forças do general rebelde Laurent Nkunda.

Os ministros dos negócios estrangeiros britânico, David Miliband, e francês, Bernard Kouchner, deslocaram-se este fim de semana à região na esperança de conseguirem uma saída politica para a crise que destabliza a região dos Grandes Lagos.

O governo congolês acusa Ruanda de apoiar os rebeldes liderados por Nkunda, mas os dois presidentes concordaram em participar de uma reunião regional sobre o assunto dentro de algumas semanas.

Nkunda alega que está protegendo seu povo tutsi da agressão de hutus que teriam participado do massacre de Ruanda, em 1994, e estariam baseados no leste da República Democrática do Congo.

A França e a Grã-Bretanha pediram a total implementação dos acordos de paz bilaterais, além do desarmamento da milícia.

Oonde 800 mil pessoas foram mortas no genocídio há quase 15 anos.

Cerca de 50 mil deslocados foram para Goma – a capital da volátil província de Kivu, norte do país –