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Ecofin rejeita plano comum de relançamento da economia

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Ecofin rejeita plano comum de relançamento da economia

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Os ministros das Finanças dos Vinte e Sete estão reunidos em Bruxelas e para já está posta de parte a adopção de um plano comum para relançar a economia europeia.

Tal como foi referido ontem no final da reunião do Eurogrupo, os ministros europeus preferem apoiar medidas nacionais coordenadas e que tenham em conta as necessidades de cada membro para limitar os efeitos da crise. Efeitos bastante nefastos, de acordo com o corte nas previsões de crescimento da economia do velho continente anunciado ontem pela Comissão Europeia.

O crescimento previsto nos 15 países da Eurozona é de 1,2 por cento, em 2008. No próximo ano deverá registar-se uma estagnação do PIB que não deverá ultrapassar os 0,1%. De acordo com Bruxelas, Portugal vai terminar o ano em recessão.

Em conferência de imprensa, o ministro das Finanças luxemburguês e presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, referiu que “é preciso aplicar a boa política económica para fazer face ao abrandamento actual. É a razão pela qual nós estamos de acordo para levar a cabo uma política orçamental contra-cíclica de acordo com as disposições previstas no Pacto de Estabilidade e de Crescimento revisto em Março de 2005”, concluiu.

A conclusão de que os 1,7 mil milhões de euros de medidas de urgência adoptadas pelos Estados-membros vão deteriorar as finanças nacionais levou a Comissão Europeia a propor uma flexibilização do Pacto de Estabilidade.