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Croácia mais perto de Bruxelas

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Croácia mais perto de Bruxelas

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A adesão da Croácia à União Europeia pode avançar, mas subsistem problemas que Zabreb ainda não resolveu. É essa a conclusão do relatório sobre o alargamento.

As expectativas são boas, mas o comissário Olli Rehn, responsável diz que ainda há trabalho de casa para fazer. Por exemplo, na construção naval e na reforma do sistema judicial. Mas as negociações podem ser concluídas em 2009.

“É um incentivo, mas não é um cheque em branco. A bola está agora no campo da Croácia. Sublinho dois pontos especiais: Primeiro, a Croácia terá de trabalhar afincadamente na reforma judicial; segundo ponto: a reestruturação dos estaleiros mantém-se, igualmente, como condição necessária e requer um substancial esforço adicional”, disse o comissário.

Dois sectores onde os progressos são lentos.

Mas Bruxelas não tem dúvidas – a Croácia é uma economia de mercado viável.

Há estabilidade macro-económica, o desemprego a baixar e as empresas têm-se modernizado.

Persiste uma pressão inflacionista que a Comissão atribui à factura energética que se agravou, ao longo de 2008.

A Comissão pede ainda mais atenção das autoridades para os focos de corrupção

Há elogio também, para a integração das minorias e dos refugiados de guerra que regressaram, nos últimos anos.

Mais distante parece estar a Turquia. O plano das reformas políticas exigidas por Bruxelas tem progressos lentos, como reconhece o relatório. Mas o documento salienta os avanços conseguidos, na legislação sobre liberdade de expressão e no reforço do estatuto de propriedade.

Macedónia já tem o estatuto de candidato, mas falta aperfeiçoar o sistema eleitoral. A Sérvia pela cooperação com o Tribunal Penal Internacional pode alcançar esse estatuto, já em 2009.