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Cortes na produção da ArcelorMittal levam a queda das acções

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Cortes na produção da ArcelorMittal levam a queda das acções

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Apesar de ter anunciado um lucro líquido de oito mil milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, a ArcelorMittal chegou a estar a perder mais de 16% na bolsa de Paris.

A queda dos títulos do número um mundial da siderurgia deve-se ao anúncio do encerramento temporário de várias fábricas em França e na Bélgica para reduzir a produção em 50% e às previsões de que a companhia vai registar perdas de 48% no último trimestre do exercício em curso.

Mesmo assim a empresa dirigida pelo indiano Lakshmi Mittal, de 58 anos, viu os seus lucros entre Janeiro e Setembro subirem 34% em relação ao período homólogo do exercício anterior.

A ArcelorMittal tem um nível de produção superior aos seus três concorrentes directos juntos, com 116 milhões de toneladas por ano. Na segunda posição, já muito longe da companhia sediada no Luxemburgo, surge a japonesa Nippon Steel, com uma produção de 35,7 milhões de toneladas por ano.

À ArcelorMittal juntam-se várias siderurgias japonesas, coreanas e russas que também anunciaram cortes na produção.

Uma medida que se deve à actual queda da procura, sobretudo devido às consequências da crise financeira internacional no sector automóvel.