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A União Europeia chegou a uma “posição comum” para reagir à crise financeira mundial, uma semana antes da cimeira do G20, em Washington

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A União Europeia chegou a uma “posição comum” para reagir à crise financeira mundial, uma semana antes da cimeira do G20, em Washington

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As vozes discordantes da Alemanha e República Checa, que relativizam a unidade dos 27, parecem não incomodar Nicolas Sarkozy, que vai representar a posição europeia nos Estados Unidos.

“Todos concordam com a absoluta necessidade de coordenar políticas económicas na Europa. Coordenação não quer dizer que todos tenham de fazer as mesmas coisas, porque não estamos todos na mesma situação, mas significa que devemos tomar a mesma direcção”, disse o presidente rotativo da União.

No encontro do próximo dia 15 de Novembro, que não conta com a presença de Barack Obama, um dos principais pontos em discussão será o FMI.

O plano apresentado por Sarkozy pretende que o Fundo Monetário Internacional se torne numa entidade com mais poder regulador. Uma medida que só pode ser posta em prática se os países emergentes tiverem um papel mais interventivo.

Brasil, Rússia, Índia e China, que se reuniram esta sexta-feira em São Paulo para preparar a reunião de dia 15, estão de acordo, mas reclamam um lugar de mais destaque no sistema financeiro internacional.