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Cimeira de Nairobi exige “cessar-fogo imediato” no Congo

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Cimeira de Nairobi exige “cessar-fogo imediato” no Congo

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Os confrontos continuam na República Democrática do Congo entre os rebeldes tutsis e os militares do governo. Milhares de civis fugiram em pânico quando ouviram tiros, perto do campo de refugiados de Kibati, a 12 quilómetros a norte de Goma, na província de Kivu do Norte.

O porta-voz da missão da ONU adianta que as forças rebeldes utilizaram artilharia e estão a avançar para norte.

A cimeira internacional sobre o conflito no Quénia, na qual participou o presidente congolês, Joseph Kabila, terminou com um apelo para “um cessar-fogo imediato” dos grupos armados e a criação de um corredor humanitário.

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Quénia anunciou que a região dos Grandes Lagos “não vai ficar impávida a assistir aos actos de violência levados a cabo pelos grupos armados contra o povo inocente da República Democrática do Congo”.

O governo congolês pediu ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que “reforce o mandato das forças de manutenção de paz no país”, para terminar um conflito que já provocou 250 mil refugiados.