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Os confrontos entre exército e rebeldes na República Democrática do Congo ameaçam transformar-se num conflito internacional, num momento em que os combates se alastram para Oeste da província do Kivu Norte.

Angola, que é aliada de kinshasha, nega ter tropas no terreno. No entanto, imagens captadas pela agência Associated Press, mostram um combatente que se exprime em português, afirmando: “o Congo é nosso”.

Fontes diplomáticas, citadas por outras agências, confirmaram a presença, junto à fronteira da RDC, de 50 combatentes angolanos e do Zimbabué em “missão de reconhecimento”. Uma informação negada pela missão da ONU no território.

Um porta-voz dos rebeldes alertou ontem para o risco da intervenção de Luanda poder inflamar um conflito transfronteiriço com o vizinho Ruanda, suspeito de apoiar os rebeldes tutsis da RDC.

Oficialmente, Luanda prevê o envio de forças de paz, integradas no contigente que a comunidade para o desenvolvimento dos países da Àfrica Austral está pronta a enviar para o terreno.

Os membros da organização tinham apelado a um cessar-fogo, mas ontem, rebeldes e milicianos apoiados pelo governo, envolveram-se em novos combates na fronteira entre a província do Kivu Norte e o Kivu Sul.

A ofensiva rebelde, que dura há dois meses, terá provocado a morte de, pelo menos, uma centena de civis. Cerca de 250 mil refugiados aguardam uma trégua para poder receber assistência humanitária.

A ONU denunciou ontem os crimes de guerra contra civis registados na última semana, alegadamente praticados pelas milícias pró-governamentais.

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