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Líderes do G20 defendem importância da cimeira perante imprensa pouco convencida

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Líderes do G20 defendem importância da cimeira perante imprensa pouco convencida

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O plano de acção do G20 para relançar e vigiar a finança mundial não convence. Alguns jornais britânicos consideram que os líderes ficaram só por declarações de princípio, mas reconhecem que mais não seria possível em seis horas de reunião.

Os dirigentes esses defendem a importância do acordo obtido. O primeiro-ministro britânico explica que estão “de acordo sobre a necessidade de reformar em profundidade o sistema financeiro internacional”. Gordon Brown considera que é necessário dar confiança, mostrar que estão a “limpar o sistema com base em princípios de transparência, responsabilidade, melhor regulação, integridade e cooperação internacional”.

Na declaração final constam quatro princípios e um plano de acção que diferencia quais as acções urgentes e as que deverão ser aplicadas a longo prazo para relançar a economia e reformar o sistema financeiro. Trata-se acima de tudo de uma linha de reflexão aos grupos de trabalho que deverão apresentar propostas antes de uma próxima cimeira, em Abril.

Para Nicolas Sarkozy, mentor do encontro, foi uma cimeira histórica. O chefe de Estado francês e actual presidente da União Europeia considera já um avanço o facto de estarem de acordo sobre a necessidade de um relançamento económico coordenado e concertado.

O G20 reconhece que este é apenas o início de um longo caminho, quando a recessão ganha a Europa e ameaça os Estados Unidos. Em 2009, só os países emergentes vão crescer, mas já em fase de abrandamento.