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Paulson só gasta mais dinheiro depois da nomeação de Obama

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Paulson só gasta mais dinheiro depois da nomeação de Obama

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Num cenário persistente de falta de confiança, os mercados tardam a reagir às medidas anunciadas pelos Estados para combater a crise.

Enquanto as praças financeiras aguardam os efeitos de reuniões a nível internacional e das injecções de capital público para salvar bancos e seguradoras, outros desafios se levantam. A maioria democrata, prestes a sair do senado americano, propôs um plano de resgate financeiro do sector automóvel, que atravessa tempos difíceis. Por outro lado, os democratas querem uma verba de 100 mil milhões de dólares para relançar o conjunto da economia americana. Os republicanos são contra esta propostas e o secretário do tesouro também tem um discurso de contenção. Henry Paulson não tenciona gastar os 700.000 mil milhões de dólares aprovados pelo Congresso para salvar os bancos enquanto a nova administração não tomar posse. “A indústria automóvel é importante e não penso que seria bom vermos a falência de uma companhia automóvel nesta altura, neste período difícil que atravessamos. Mas sinto que qualquer coisa que façamos tem que seguir o caminho da sustentabilidade e da viabilidade”, disse. A luta política entre democratas e republicanos sobre utilização de fundos e ajudas parece não conduzir a lado nenhum antes de 20 de Janeiro. Mesmo se o presidente eleito Barack Obama já se pronunciou a favor de uma ajuda estatal à cosntrução automóvel, nomeadamente à General Motors.