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Piratas somalis fazem novas capturas

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Piratas somalis fazem novas capturas

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A pirataria ao largo da Somália continua a fazer vítimas, apesar da forte presença naval internacional.

Um navio de guerra indiano destruiu um barco pirata no Golfo de Aden mas, nas últimas 24 horas, foram capturadas três outras embarcações. Grupos de piratas apoderaram-se de um barco de pesca tailandês, um cargueiro grego e um navio com bandeira de Hong Kong.

A situação do superpetroleiro saudita sequestrado no fim de semana continua pouco clara. A petrolífera Aramco, proprietária do Sirius Star, disse que continua à espera de um contacto dos sequestradores.

Mas os piratas afirmam já ter pedido um resgate, garantindo que as negociações para libertar o navio e os 25 tripulantes estão em marcha.

A “vítima” da maior operação de pirataria de sempre estará ancorada no porto de Harardere, na região somali de Puntland.

Um membro do Governo desta região semi-autónoma – frequentemente acusado de inacção face à presença de piratas – diz que o executivo regional “pode organizar uma operação militar para libertar os navios, mas precisa da permissão dos proprietários das embarcações e dos países aos quais pertencem os tripulantes”.

A polícia queniana exibiu hoje num tribunal em Mombasa oito alegados piratas, capturados pela Marinha britânica na semana passada.

Segundo a Agência Marítima Internacional, os piratas somalis detêm actualmente 17 navios, com 250 tripulantes.