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Segolene e Aubry discutem liderança histórica

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Segolene e Aubry discutem liderança histórica

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É o tudo ou nada no Partido Socialista francês, que será liderado por uma mulher após as eleições internas desta quinta-feira terem ditado uma segunda volta entre Segolene Royal e Martine Aubry.

Segolene venceu a primeira ronda mas na segunda volta estará em desvantagem, segundo prognósticos que a antiga candidata desvaloriza.
“Mais uma vez as previsões aritméticas e as combinações do aparelho não foram seguidas, na primeira volta, porque a nossa lei comum no interior do partido socialista é a liberdade, liberdade de voto dos militantes”, disse.

Martine Aubry, antiga ministra dos Assuntos Sociais de Lionel Jospin e actual presidente de câmara de Lille, está numa posição favorável pois tem o apoio do candidato que ficou no terceiro lugar.

“Acho que os militantes vão escolher esta noite como fizeram ontem, e dizer maioritariamente: Queremos um partido socialista que reencontre os valores da esquerda mas com novas respostas, novas faces, um partido que muda. E eles vão meter o boletim nas urnas a pensar nos franceses”, disse Aubry.

A votação começa às 17 e termina às 22. Qualquer que seja o resultado, será a primeira vez que uma mulher lidera o partido.

Segolene é a candidata mais mediática, Aubry representa a facção mais à esquerda do PS.