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Economistas cépticos em relação ao plano europeu de relançamento económico

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Economistas cépticos em relação ao plano europeu de relançamento económico

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Bem recebido pela generalidade dos Estados-membros, o plano de relançamento económico da Comissão Europeia sabe a pouco para a maioria dos economistas.

Durão Barroso anunciou ontem um plano orçado em 200 mil milhões de euros, o equivalente a 1,5 por cento do PIB da União Europeia.

Em conferência de imprensa, o presidente do executivo europeu explicou que se trata de uma proposta de “acção coordenada entre os estímulos fiscais ao nível nacional e um financiamento europeu.

Em relação à indústria automóvel, Durão Barroso explicou que é preciso ajudar o sector a tornar-se mais moderno e mais ecológico.

O presidente da Comissão explicou ainda que dos 200 mil milhões de euros, 170 mil milhões deverão ser suportados pelos Estados-membros.

Para o analista alemão, Christian Dreger, “a União Europeia propôs uma redução do IVA para estimular o consumo, mas já há um estímulo ao consumo que é a queda dos preços do petróleo. Tem vindo a cair desde o Verão, o que aumento o poder de compra das famílias de forma significativa.”

Se para Durão Barroso o pacote de medidas elaborado pelo seu executivo “é a melhor forma de devolver a confiança aos cidadãos” e de voltar a colocar a Europa “no trilho do crescimento e do emprego”, para os economistas trata-se de um plano em nada revolucionário e que não vai ter o impacto necessário na economia europeia.