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Crise social ameaça estabilidade do governo

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Crise social ameaça estabilidade do governo

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A situação social e política degrada-se na Grécia e Costas Caramanlis procura uma saída.
Esta manhã, o Primeiro-ministro conservador, foi recebido pelo Presidente da República para o informar sobre o real estado da situação. Depois foi a vez de prestar contas aos líderes da oposição parlamentar de esquerda e da extrema-direita com quem manteve também encontros. À saida lançou um apelo à unidade: “Nestes tempos de crise temos de ter uma política global que deve unânime e categoricamente condenar os agentes de destruição e isolá-los. Somos assim obrigados pelo dever da Democracia. É isto que os cidadãos esperam. É o nosso dever como nação”.

O líder da oposição, Georges Papandréou, não tardou a responder, pediu a demissão do governo e a convocação de eleições antecipadas.
Depois de três dias de manifestações e violência
Papandréou acusou o governo de incapacidade para gerir a crise defendeu um “recurso ao veredicto popular para que o povo dê uma solução”.
“O governo não consegue gerir esta crise e perdeu a confiança do povo”, disse o líder socialista.
A crise económcia e social fragiliza o governo e esta perda de popularidade tem ajudado a oposição a subir na sondagens.
Os economistas prevêem que o crescimento do país em 2009 ficará abaixo de 2 por cento, depois de uma média de 4 por cento na última década.
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