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Sarkozy louva a unidade da Europa no balanço da presidência francesa

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Sarkozy louva a unidade da Europa no balanço da presidência francesa

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Foi um Nicolas Sarkozy seguro de si que discursou, esta manhã, perante os eurodeputados. Do Tratado de Lisboa, à guerra na Geórgia, passando pelo pacto para a imigração e pela crise financeira, o ainda presidente em exercício da União congratulou-se pela unidade demonstrada pelos Vinte e Sete e, sobretudo, pelo acordo alcançado sobre o pacote climático. “Teria sido insensato – no momento em que um novo presidente dos Estados Unidos da América fixam para a primeira potência do mundo, objectivos em matéria de defesa do ambiente, teria sido insensato que a a Europa renunciasse aos seus. Seria irresponsável”, afirmou o presidente francês.

A França assume até ao dia 31 de Dezembro, a presidência rotativa da União. No balanço de final de semestre, no Parlamento Europeu, o presidente francês explicou que cada um dos desafios que a Europa enfrentou foi debatido e discutido pelos Vinte e Sete – porque a Europa só pode construir-se com o compromisso de cada um dos Estados membros: “Não construiremos a Europa contra os Estados. É evidente. Por muito europeístas que sejamos, a Europa não é a inimiga das Nações. Tentei que a Europa avançasse, mas a Europa também me mudou.”

O presidente francês garante que a Europa o ensinou a ser mais tolerante e a ter uma maior abertura de espírito. Porque é preciso deixar de lado, diz, os egoísmos nacionais em prol dos grandes ideais europeus. O presidente francês garante que a Europa o ensinou a ser mais tolerante e a ter uma maior abertura de espírito. Porque é preciso deixar de lado, diz, os egoísmos nacionais em prol dos grandes ideais europeus. Um concerto de despedida da presidência francesa, cujo ensaio geral decorreu na segunda-feira, está previsto para esta terça-feira, em Estrasburgo.