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A pirataria ao largo da Somália assume cada vez maiores proporções. No dia em que a ONU votou uma resolução permitindo acções militares contra os piratas em solo somali foram capturadas três embarcações: um cargueiro turco, um rebocador com pavilhão da Malásia e um iate particular sobre o qual não foram avançadas mais informações. Um navio chinês foi ainda alvo de uma abordagem mas os marinheiros conseguiram resistir até à intervenção das forças internacionais que patrulham aquelas águas.

A situação num dos maiores corredores marítimos do mundo é grave. Um sinal da inquietação crescente é a notícia dada pela imprensa chinesa: Pequim está a pensar seriamente enviar forças navais para a região. Uma missão inédita para a Marinha do Exército de Libertação do Povo. Em Nova Iorque, o Conselho de Segurança da ONU aprovou na terça-feira a possibilidade de tropas estrangeiras perseguirem os piratas em território da Somália nos próximos 12 meses. Ban Ki-moon recordou no entanto que o problema da pirataria no país resulta do caos em que vive a Somália desde 1991 e que é necessária uma solução mais ampla para se alcançar a paz. De acordo com o Gabinete Marítimo Internacional os piratas estão actualmente na posse de 14 navios mercantes e 240 membros das respectivas tripulações.

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