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Depois da crise financeira internacional e do aumento nos preços dos combustíveis, o transporte marítimo começa agora a sofrer as consequências de outro mal, a pirataria. Segundo o último relatório, divulgado pelo Departamento Marítimo Internacional, os piratas levaram a cabo noventa e dois ataques, ao largo da Somália, desde o início do ano.

O transporte marítimo representa noventa por cento do comércio mundial. Este ano as perdas estão entre doze a vinte e um milhões de Euros mas o custo a pagar pelos resgates são apenas vinte a vinte e cinco por cento das perdas totais. Neste golfo navegam vinte a trinta dos cinquenta mil navios que fazem, anualmente, o transporte marítimo de mercadorias. Os prémios de seguro passaram de cerca de seiscentos Euros, em dois mil e sete para mais de três mil. O Capitão Anton Van Koldam trabalha no mar há vinte e dois anos e diz que apesar da pirataria já existir anteriormente no último ano houve um grande aumento, mais violência, mais armas. A empresa onde Koldam trabalha foi uma das muitas que decidiram contratar segurança marítima. Os que estão relutantes a fazerem gastos adicionais, tentam garantir a segurança dos seus navios mudando de rota. Evitam a passagem directa pelo canal Suez e rumam ao ponto mais a sul de África. A alteração para rotas mais longas pode levar uma empresa a pagar cerca de vinte mil Euros a mais por dia mas, em contrapartida, paga menos cento e sessenta mil Euros ao governo egípcio.

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