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Regresso de Leterme considerado pouco provável

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Regresso de Leterme considerado pouco provável

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A Bélgica continua à procura de uma solução para acabar com a mais recente crise política no país.

O rei Alberto II ainda não revelou se vai ou não aceitar o pedido de demissão apresentado pelo primeiro-ministro belga. Mas aos olhos dos analistas políticos, o regresso de Yves Leterme é um cenário pouco provável Segundo Pierre Vercauteren “politicamente Leterme está enfraquecido já que é a quarta vez que apresenta a demissão. Duas aconteceram enquanto primeiro-ministro, as restantes quando procurou formar governo.” Mas mais importante, sublinha o analista político, é o facto do próprio partido acreditar que o tempo de Leterme já passou. A imprensa belga, avança, entretanto, com nomes de possíveis sucessores de Leterme. Entre eles está o do até agora ministro das Finanças, Didier Reynders. Mas envolvimento no caso Fortis poderá exclui-lo como candidato ao cargo. O homem que se segue é Jean-Luc Dehaene, que ocupou o cargo de primeiro-ministro belga entre 1992 e 1999. Da lista faz também parte Herman Van Rompuy, um homem da confiança do rei Alberto II e antigo ministro do orçamento. O regresso de Guy Verhofstadt à chefia do governo também não está afastada. O primeiro-ministro, que liderou o executivo antes de Leterme continua a ser um dos políticos mais populares da Bélgica.