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Kiev quer implicar UE na "guerra do gás"

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Kiev quer implicar UE na "guerra do gás"

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Gazprom mantém a suspensão do fornecimento de gás à Ucrânia e acusa Kiev de não pagar dívidas antigas nem aceitar os novos preços do combustível russo. A Polónia e a Hungria queixam-se de uma reduçao da pressão no abstecimento.

As negociações russo-ucranianas sobre as tarifas do gás cessaram no dia 31 de Dezembro sem qualquer tipo de acordo, o que levou a Gazprom a suspender os fornecimentos de gás à Ucrânia. “ Ucrânia reconhece que desvia sem autorização gás russo” é a acusação de Serguei Kuprianov, porta-voz da empresa de gás russa Gazprom. Cerca de 80 por cento do gás russo exportado para países europeus é canalizado pelos gasodutos que atravessam a Ucrânia, os restantes 20 por cento são encaminhados para a Europa Ocidental através da Bielorrússia, caminho que Moscovo quer diversificar ainda mais para ganhar autonomia em relação à Ucrânia. A fim de conseguir apoio à sua causa o presidente ucraniano, Viktor Iuschenko tenta envolver “peritos europeus” nas negociações com o Kremlin. A presidência checa da União Europeia convocou uma reunião dos 27 para discutir o conflito do gás.