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Guerra em Gaza faz subir preço do petróleo

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Guerra em Gaza faz subir preço do petróleo

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A guerra na Faixa de Gaza está a ter um efeito nas cotações do petróleo que, depois das fortes quedas do fim do ano, voltaram a subir. O preço do barril atingiu um máximo de três semanas, depois do apelo do Irão a um boicote ao fornecimento de petróleo, em resposta à ofensiva de Israel em Gaza.

O petróleo continua muito abaixo dos níveis do Verão passado, altura em que foi atingido um máximo histórico. No entanto, a subida desde o começo dos ataques foi já de mais de 12 dólares. O desenvolvimento da situação no Médio Oriente vai ditar se os preços continuam, ou não, a subir. No dia 27 de Dezembro, dia em que começaram os bombardeamentos israelitas, o Brent valia cerca de 36,5 dólares por barril. Esta segunda-feira, o preço ultrapassou os 48,5.

As ameaças do Irão fazem temer a repetição do que se passou em 1973, com o grande choque petrolífero que se seguiu à guerra do Yom Kippur. No entanto, a OPEP garante que o apelo iraniano não vai ser seguido plos outros membros do cartel.

As lutas em torno do fornecimento de gás russo aos países vizinhos está também a ajudar esta subida. Ao fim do dia, tanto o barril de Brent, cotado em Londres, como o WTI, cotado em Nova Iorque, rondavam os 48 dólares.