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É preciso salvar os Dragões-de-Komodo

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É preciso salvar os Dragões-de-Komodo

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Estamos no Parque Nacional dos Dragões-de-Komodo, na ilha de Rinca, na Indonésia. Aqui, a missão é clara, preservar a maior espécie de lagartos não extinta. Estes espécimes poderão ser os descendentes mais próximos dos dinossauros. Em 2001, o Parque contava com cinco mil Dragões-de- Komodo, mas a actividade humana nas reservas selvagens foi mais forte que os esfoços de preservação e o número de crocodilos-da-terra, como também são conhecidos, baixou para metade em apenas oito anos.

A ideia dos responsáveis da reserva gigante é também reconciliar os Dragões-de-Komodo e as reservas naturais com os seres humanos. O director do Parque Nacional quer que as pessoas que vivem na região beneficiem da área de reserva, do contacto com os animais, porque só assim se poderá preservar os recursos existentes.

Mas a convivência de um Dragão-de-Komodo com um ser vivo, seja ele humano ou não, não é fácil. São carnívoros, alimentam-se de cavalos selvagens, macacos, búfalos e, por vezes, comem as suas próprias crias. Quanto ao Homem, os ataques existem, mas são raros.