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Economia, energia e Europa na mira da presidência checa

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Economia, energia e Europa na mira da presidência checa

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Depois da festa, os checos preparam-se para pôr mãos à obra. Nos próximos seis meses, a República Checa preside aos destinos dos 27. Uma missão que ocorre num contexto de múltiplas crises. A economia e a política energética vão dominar a agenda da presidência, mas não só. Praga pretende lançar parcerias com países do leste e acelerar as negociações do processo de alargamento aos balcãs ocidentais.

Para o primeiro-ministro checo, Mirek Topolanek, a escolha do mote “uma Europa sem barreiras” para definir o semestre é essencial tendo em conta a actual turbulância económica. Uma turbulência que Praga quer conter. O combate à burocracia é outro dos desafios como explica o vice primeiro-ministro checo. Alexandr Vondra classifica a redução da burocracia administrativa como uma prioridade. A ideia para já, sublinha, é fazer um levantamento da actual situação. Vondra considera que o combate à burocracia, sobretudo, nas pequenas e médias empresas vai ajudar a resolver a crise económica. O governo, também, manifestou vontade de avançar no Tratado de Lisboa. O antigo país comunista conta com cerca de 10 milhões de habitantes e integra o clube europeu desde 2004.