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Crise do gás: o fim esperado

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Crise do gás: o fim esperado

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A crise do Gás chegou ao fim, pelo menos por agora. As autoridades de Kiev assinaram esta madrugada o acordo sobre o controlo da distribuição de gás russo por território ucraniano. O protocolo já tinha sido firmado pela Rússia e pela União Europeia durante a tarde.

Começa já esta semana o trabalho dos observadores comunitários, russos e ucranianos que vão fiscalizar os gasodutos desde a Rússia até à Europa. A ideia é evitar qualquer desvio no fornecimento ao velho continente. Com esta crise entre a Rússia e a Ucrânia, alguns milhares de pessoas em 15 países europeus ficaram privados de aquecimento a gás durante quatro dias, debaixo de temperaturas negativas. O abastecimento será retomado este domingo mas só três dias depois é que tudo deverá estar a funcionar a 100%. Um quarto do gás consumido na União Europeia é proveniente da rússia e 80% passa por terrritório ucraniano. Na base de mais uma crise neste Inverno está o mesmo problema de sempre. De um lado a Rússia acusa a Ucrânia de não pagar as facturas e de roubar gás destinado à Europa para benefício próprio. Do outro, a Ucrânia nega tudo e reclama que o preço do gás russo é alto demais.