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Palestinianos denunciam uso de armas proibidas, Israel nega

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Palestinianos denunciam uso de armas proibidas, Israel nega

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Israel continua a bombardear alvos na Faixa de Gaza e adverte a população para uma intensificação dos ataques.

Telavive e o Hamas ignoraram a resolução da ONU que exige um cessar-fogo imediato. Dezasseis dias após o inicio da ofensiva do Tsahal, o número de mortos, do lado palestiniano, ultrapassa as oito centenas. Um terço são crianças. Há quase três mil e quinhentos feridos. Um médico palestiniano afirmou que 55 pessoas foram atingidas por fragmentos de bombas de fósforo branco. Munições que convenções internacionais proíbem de usar contra civis ou militares estacionados entre civis. Israel nega o uso de tais bombas e afirma que desde o início das operações já matou 550 guerrilheiros. Do lado israelita, há 13 mortos, dez soldados e três civis. No plano humanitário, a ONU anunciou que espera retomar rapidamente a distribuição da ajuda depois de ter recebido garantias da parte de Telavive que a segurança das pessoas será garantida. A Cruz Vermelha afirma que a situação dos civis se agrava de dia para dia, num território pobre onde um milhão de pessoas vive sem electricidade e setencentas e cinquenta mil sem água.