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Situação urgente em Gaza apesar da diminuição dos raides israelitas

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Situação urgente em Gaza apesar da diminuição dos raides israelitas

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A noite passada, a aviação realizou ataques contra 12 alvos na Faixa de Gaza, o número mais baixo desde o início do conflito. Desde o arranque da ofensiva há 17 dias, a força aérea conduziu uma média de 40 ráides por noite.

Esta manhã morreram mais 20 palestinianos, vítimas de obuses disparados pelos blindados israelitas ou por não terem resistido a ferimentos. As baixas recentes fazem com que o balanço total de mortos ultrapasse os 900. O número de feridos aproxima-se dos 4.000.

Entretanto, Israel diz continuar a cumprir três horas diárias de trégua nos ataques para que a população abandone a região ou se abasteça.

No entanto, para alguns residentes, as pausas não são suficientes. “Isto é tudo para a imprensa ver, mas a verdade é que os judeus não têm tempo para parar os disparos ou a invasão, ou para parar de matar, a qualquer hora eles matam…tudo isto é para os media”, lamentou um habitante de Gaza.

Apesar do apertar do cerco israelita, os militantes do Hamas continuam a conseguir lançar projécteis contra o sul de Israel.

A situação humanitária em Gaza é, contudo, cada vez mais urgente, numa cidade onde um milhão de pessoas vive sem electricidade,750.000 não têm água e os hospitais recorrem a geradores para continuar a funcionar.