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Um processo inédito sobre um acidente de trabalho mortal começou esta quinta-feira em Itália.

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Um processo inédito sobre um acidente de trabalho mortal começou esta quinta-feira em Itália.

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Seis reponsáveis do gigante alemão do aço, ThyssenKrupp, começaram a ser julgados pela morte de sete operários. O processo é inédito porque Harald Espenhahn, o director-geral da empresa para a península transalpina, é acusado de homicídio voluntário. Os restantes réus são julgados por homicídio por negligência.

No dia 6 de Dezembro de 2007 uma explosão na fábrica de Turin provocou um incêndio que matou os operários, a maioria agonizou durante vários dias. O acidente gerou uma polémica enorme em Itália porque o encerramento da unidade estava já decidido. Os familiares das vítimas acusam por isso os reponsáveis de terem deixado de investir na segurança da fábrica. O director-geral da ThyssenKrupp refuta a acusação de homicídio doloso.