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Cessar-fogo divide militares israelitas

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Cessar-fogo divide militares israelitas

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O cessar-fogo entre Telavive e o Hamas tem sido a principal exigência da comunidade internacional nos múltiplos esforços diplomáticos para pôr termo ao conflito israelo-palestiniano.

Mas no terreno nem todos estão de acordo com os esforços e apelos da comunidade internacional. Na fronteira entre Israel e a Faixa de Gaza um soldado na reserva diz estar “contra um cessar-fogo. É preciso terminar a missão e o exército israelita está pronto para o fazer.” Outro reservista considera que “todos esperam que se chegue a um acordo de cessar-fogo definitivo para não termos que regressar daqui a uns meses. É preciso acabar com o conflito e regressar a casa são e salvo e assegurar-se de que o conflito passe à história pelo menos por muitos anos.” Os disparos palestinianos sobre território israelita não param. Esta manhã 14 projécteis caíram no sul do país sem provocar vítimas, de acordo com os dados avançados pelo Tsahal. Desde o início da ofensiva na Faixa de Gaza, no passado dia 27, os tiros de roquetes palestinianos fizeram quatro vítimas mortais, para um total de 13 israelitas mortos, 10 dos quais eram soldados.