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Paz discutida em Sharm El Sheikh

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Paz discutida em Sharm El Sheikh

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Depois do cessar-fogo, as duas partes, Israel e Hamas, vão ter de fazer concessões para que haja paz. Foi esse o apelo lançado pelo conjunto de líderes mundiais reunidos em Sharm El Sheikh, no Egipto.

À mesma mesa sentam-se vários actores do conflito e partes envolvidas no processo de paz, tal como os líderes de seis países da União Europeia. Gordon Brown, primeiro-ministro britânico, falou das condições para a paz: “Este cessar-fogo frágil, para ser duradouro, tem que ser seguido por um acesso humanitário, pela retirada das tropas, pelo fim do tráfico de armas, pela abertura das fronteiras, pelo fim dos ataques com rockets e, esperamos, pelo começo de negociações sérias que levem a um acordo final”. Os líderes europeus seguiram depois para Israel, onde discutiram com o governo de Ehud Olmert este caminho para a paz. O encontro de Sharm-el-Sheikh contou ainda com o líder palestiniano, Mahmud Abbas, e com o secretário-geral da ONU, Ban-Ki-Moon.