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Economia e guerras ocupam primeiro dia de Obama

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Economia e guerras ocupam primeiro dia de Obama

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Após o momento histórico de tomada de posse como presidente dos Estados Unidos é altura de meter mãos à obra, mas antes, assiste-se a uma missa.

Barack Obama, quadragésimo quarto presidente dos Estados Unidos, estreia-se na sala oval a dar atenção a aqueles que vão ser alguns dos dossiers mais importantes do seu mandato, nomeadamente a situação económico-financeira. Outros assuntos que Obama vai abordar são a tão falada retirada militar do Iraque – uma das grandes promessas eleitorais – e a guerra no Afeganistão. Tem agendadas duas reuniões. Uma com os principais assessores para a economia e outra com chefes militares. Mais tarde, deverá nomear o principal representante norte-americano para o Médio Oriente. Tudo aponta para que seja o antigo senador George Mitchell, o principal impulsionador dos acordos de sexta-feira santa, na Irlanda do norte, em 1998. Ontem, Obama quis frisar que no seu discurso inaugural a principal mensagem foi a de que a sua equipa vai trabalhar mas o sucesso em desafios muito difíceis depende do empenho do povo americano. Logo de início, Obama quis marcar uma ruptura com as políticas de Bush. E para começar pediu a suspensão por 4 meses dos processos judiciais na prisão de Guantánamo e também das ordens do anterior presidente, ainda sem efeito, para se proceder a uma reavaliação.