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Suíça decide futuro da mão de obra europeia no país

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Suíça decide futuro da mão de obra europeia no país

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Os suíços votam este domingo a manutenção dos acordos de livre circulação de trabalhadores entre a União Europeia e a Suíça.

Um referendo que está a provocar ansiedade no seio da comunidade estrangeira do país, que enfrenta uma possível perda de postos de trabalho. Os eleitores vão decidir a renovação de uma cordo em vigor desde 2002. Uma parte significativa da votação já foi feita por correspondência e as sondagens davam uma vitória provável do sim embora por uma margem escassa. Aos actuais 25 Estados membros abrangidos pelo mercado de trabalho suíço referenda-se a eventual inclusão da Bulgária e da Roménia. Os grandes patrões da indústria, agricultura e hotelaria helvéticas também vêem com apreensão uma eventual vitória do não. Segundo os mesmos, neste momento de crise, é prioritário manter a cooperação com a UE, uma vez que o bloco é o maior parceiro económico da Suíça. Cerca de 21% da população suíça é de nacionalidade estrangeira. Muitos destes imigrantes executam trabalho que os nacionais têm relutância em fazer. O sector agrícola conta com 20.000 trabalhadores originários de países da UE, enquanto a construção e a hotelaria absorvem 42% de mão de obra estrangeira.