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Obama abre a porta ao Irão e volta a pedir a rápida aprovação do plano de relançamento económico

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Obama abre a porta ao Irão e volta a pedir a rápida aprovação do plano de relançamento económico

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Mais à vontade na política externa do que no plano interno, Barak Obama estendeu esta noite a mão ao Irão, manifestando a esperança na abertura do diálogo com Teerão nos próximos meses, um corte radical com o discurso do seu antecessor George W. Bush. Mas a parte de leão da primeira conferência de imprensa na Casa Branca foi dedicada à crise e ao plano de relançamento económico.

Obama alertou para a necessidade de uma acção urgente, para evitar a “catástrofe”. O presidente disse que o governo tem as chaves para recuperar a economia, mas para isso quer o plano de relançamento aprovado o mais depressa possível, porque esta “é a maior crise económica desde a Grande Depressão”. O Senado vota esta noite o diploma e Obama parece ter convencido os 3 senadores republicanos que necessitava para fazer passar o documento. Com 61 votos a favor, mais um do que era necessário o Senado encerrou o debate e marcou a votação final para hoje. Obama não tem evitado falar em “catástrofe” caso o seu plano de relançamento de mais de 800 mil milhões de dólares não seja aprovado. O presidente recorda aos cépticos que se perderam cerca de 3 milhões e seiscentos mil empregos nos Estados Unidos, metade dos quais nos últimos 3 meses. Nos próximos dias, Obama vai continuar a apresentar o plano à opinião publica em deslocações aos estados mais afectados pela crise.