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Países da NATO comprometem-se com reforço de tropas para presidenciais afegãs

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Países da NATO comprometem-se com reforço de tropas para presidenciais afegãs

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Apesar dos protestos de algumas centenas de manifestantes contra a missão da NATO no Afeganistão, os Estados Unidos conseguiram um ligeiro compromisso dos aliados reunidos na Polónia.

Os parceiros da Aliança Atlântica saudaram a decisão norte-americana de enviar mais 17 mil soldados, mas apenas se disponibilizaram a fornecer tropas para garantir a segurança durante as presidenciais afegãs de Agosto. O secretário-geral da NATO insistiu sobre o carácter simultaneamente civil e militar da acção internacional. Jaap de Hoop Scheffer disse que “a instabilidade numa região já instável, um refúgio para o terrorismo internacional e sofrimento em massa para o povo afegão” são situações inaceitáveis. É por isso que “todos os membros da equipa, afegãos e internacionais, devem aproximar-se e esforçar-se mais em 2009”. De momento, só a Alemanha e a Itália prometeram reforçar os respectivos contingentes de forma permanente. Berlim disponibilizou o envio de 600 soldados, enquanto Roma ofereceu 500 militares. Ambos os países prevêem ainda reforços temporários durante o período eleitoral afegão.