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Atentado no Cairo: polícia interroga cinco suspeitos

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Atentado no Cairo: polícia interroga cinco suspeitos

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A maioria das vítimas francesas do atentado deste domingo, no Cairo, já chegou a França. O governo fretou um avião para repatriar os cidadãos franceses e pôs em funcionamento uma célula de crise para apoiar as famílias.

No atentado, uma jovem francesa de 17 anos perdeu a vida e mais duas dezenas de pessoas ficaram feridas. O adjunto do presidente da câmara de Levallois, de onde eram naturais os jovens franceses, diz que a vítima mortal “era uma filha única que estudava no Liceu Leornardo da Vinci onde se preparava para passar os exames de acesso à universidade. Momentos dramáticos que ninguém pensa viver”, acrescenta. O atentado ocorreu ao princípio da noite de domingo, no centro histórico da capital do Egipto, próximo de um mercado típico muito frequentado por turistas. As autoridades detiveram cinco pessoas, duas mulheres e três homens, todos de nacionalidade egípcia, para interrogatório. Uma fonte dos serviços de segurança egípcios afirmou que o engenho explosivo estava dissimulado debaixo de um banco, na praça al-Hussein e que a polícia desactivou uma segunda bomba. Testemunhas afirmam, no entanto, que a bomba foi atirada para o meio da multidão. Entre os feridos há 13 franceses, um alemão, três sauditas e dois egipcíos. As autoridades egípcias reforçaram a segurança junto aos locais turísticos.