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Estado aumenta participação no Citigroup

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Estado aumenta participação no Citigroup

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40 por cento do capital do Citigroup pode acabar nas mãos das autoridades federais norte-americanas. O Estado entrou no capital do banco nova-iorquino em Outubro mas agora a direcção discute um novo plano com a administração Obama. Os executivos da instituição gostariam que a participação estatal não ultrapassasse os 25 por cento. Em qualquer dos casos o Estado federal ficará com um poder enorme num dos maior bancos do mundo.

Em Inglaterra, o nacionalizado Northern Rock vai servir de ponta-de-lança à estratégia de Londres para relançar o crédito e tentar salvar a economia do país. A injecção de milhares de milhões libras no banco para a concessão de créditos pode criar concorrência numa área onde os bancos não estão activos, nomeadamente os empréstimos a quem compra pela primeira vez. Em França, a fusão entre os bancos Caisse d’Epargne e Banque Populaire vai contar com a contribuição financeira do Estado. Paris prepara-se para emprestar entre dois a cinco mil milhões de euros à nova estrutura mas os moldes do financiamento ainda estão a ser debatidos. A intervenção do Estado está a gerar alguma polémica nos meios políticos parisienses porque François Pérol pode tornar-se no dirigente do novo banco. Pérol é conselheiro do presidente Nicolas Sarkorzy, o que não agrada à oposição.