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campanha contra a discriminação salarial

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campanha contra a discriminação salarial

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A Comissão Europeia lançou uma campanha contra a discriminação salarial das mulheres que, nos 27, ainda se cifra nos 17.4 por cento.

Isto, com base em dados apurados entre 2001 e 2005. Bruxelas exorta os estados-membros a fiscalizar as práticas salariais das entidades empregadoras que, geralmente, diferenciam salários, para trabalho igual, com base nos mais intoleráveis pretextos. E como disse o comissário Vladimir Spidla, com a crise, a situação piora: “Em tempo de crise temos de ser mais activos, porque isso, a igualdade salarial, é um objectivo geral. Mas em tempo de crise, é mais importante. As mulheres não podem ser prejudicadas, com o pretexto da crise.” A campanha tam seis linhas de força: independència económia, conciliação entre trabalho e vida privada, representação igual nos centros de decisão, eliminação de todas as formas de violência e dos estereótipos de género e, finalmente, a promoção da mulher na política. A comissão constata ainda que a fiscalização é muito diferente, entre os 27. Por exemplo, em Portugal, os empregadores são obrigados a divulgar o mapa salarial, com excepções. Por exemplo, toda a administração pública. Mas protegidos por este guarda chuva, os institutos públicos, também não divulgam.