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Mini-cimeira para salvar as fábricas europeias da Opel

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Mini-cimeira para salvar as fábricas europeias da Opel

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Salvar a Opel sim, mas de forma coordenada. A proposta parte de Bruxelas, no momento em que a filial europeia da General Motors começa a pedir ajudar aos países europeus para fazer face à crise.

O problema é que a General Motors tenta colocar os vários países – e os vários sítios de produção da Opel – em competição entre si. Um método que não agrada nada à Comissão Europeia. Assim, o comissário para a Indústria, Gunter Verheugen, propõe organizar uma mini-cimeira entre os países que contam no seu território, com fábricas da Opel, para coordenaram o caminho a seguir. É o caso da Alemanha, que tem quatro fábricas, mas também da Bélgica, da Espanha, do Reino Unido e da Polónia. Na Alemanha, onde a Opel emprega cerca de 26 mil pessoas, a pressão social está ao rubro. A General Motors apresentou, esta segunda-feira, um plano de salvamento para a Opel, em troca de 3 mil e 300 milhões de euros de financiamento público. Berlim pode pagar a factura, mas receia que o dinheiro vá directo para os cofres americanos da General Motors. Assim, o governo alemão hesita e pede garantias da viabilidade do projecto. Mas outros países, como a vizinha Bélgica, nem sequer têm os mesmos meios.