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Separatismos preocupam Pequim

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Separatismos preocupam Pequim

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A segurança no Tibete e no Xinjiang é uma preocupação maior na China. A confissão veio das autoridades locais que aproveitaram o plenário do Parlamento em Pequim para reclamarem mais meios. Foi o caso do governador da região do noroeste que faz fronteira com o Afeganistão, o Paquistão e outros países da Ásia Central, e que tem entre mãos uma rebelião separatista levada a cabo por islamitas turcófonos.

Mas se este conflito é pouco mediático, o mesmo já não se pode dizer do caso do Tibete. Pequim receia distúrbios a partir da próxima terça-feira, data em que se celebram os 50 anos da revolta tibetana contra a ocupação chinesa que culminou na fuga do Dalai-Lama do seu país. Vários jornalistas relataram um aumento da segurança na região mas o governador negou e disse que os distúrbios do ano passado não se deverão repetir.