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Pequim aumenta pressão diplomática nas vésperas do aniversário da revolta anti-chinesa no Tibete


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Pequim aumenta pressão diplomática nas vésperas do aniversário da revolta anti-chinesa no Tibete

A China aumenta a pressão diplomática a dias de se comemorar 50 anos da revolta anti-chinesa no Tibete.

Perante o parlamento, o chefe da diplomacia chinesa deixou um avisou a todos os países que desejam desenvolver relações com Pequim: não devem receber o Dalai Lama e impedir que os seus territórios sejam usados para promover a independência do Tibete. Yang Jiechi considera que “os diferendos com o Dalai Lama não estão relacionados com a religião, os direitos humanos ou a cultura. Mas o grande desafio é a defesa da unidade da China, e isso implica impedir o Tibete de se separar do território chinês”. A viver há 50 anos no exílio, o chefe espiritual dos tibetanos há muito que deixou de reivindicar a independência. Defende actualmente uma “autonomia cultural”. Reconhece que a situação é muito tensa no Tibete, tal como no ano passado. As autoridades chinesas reforçaram a segurança no Tibete e regiões vizinhas. Pequim quer a todo o custo impedir o cenário de 2008. A 10 de Março, no aniversário da revolta anti-chinesa de 1959, as manifestações transformaram-se em motins. No final, segundo fontes tibetanas no exílio, morrem mais de 200 pessoas. Pequim acusa os tibetanos de terem morto 20 pessoas.

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