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Células embrionárias devolvem esperança a cientistas e doentes americanos

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Células embrionárias devolvem esperança a cientistas e doentes americanos

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Os Estados Unidos voltam a apostar na utilização de células estaminais retiradas de embriões e aplicadas à investigação médica.

O presidente Barack Obama tinha prometido e cumpriu. A partir de hoje são levantadas as restrições impostas pela administração republicana e que ao longo dos dois mandatos de George W. Bush terão impedido importantes avanços no combate a doenças como a diabetes ou a doença de Parkinson. “Já perdemos oito anos, estamos muito entusiasmados para ver a investigação ter finalmente uma hipótese de dar provas”, declarou Tim Ryan, um americano que sofre de diabetes. A comunidade científica está animada por poder retomar uma técnica que diz tornar possível criar tecidos que podem vir a substituir células produtoras de insulina, ou mesmo novas ligações nervosas para restaurar lesões na coluna vertebral. “Isto vai ter um impacto imediato. Vai dar-nos energia. E vai disponibilizar aos cientistas perto de mil novas linhas de células estaminais que não pudemos usar durante os últimos oito anos”, afirmou George Daley, médico de um hospital pediátrico de Boston. Os métodos em causa geraram contestação e dividiram a América uma vez que a sua utilização implica a morte de embriões com poucos dias de vida.