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Gigolô suíço condenado a 6 anos atrás das grades

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Gigolô suíço condenado a 6 anos atrás das grades

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Helg Sgarbi, um suíço de 44 anos foi condenado a 6 anos de prisão por fraude e chantagem sobre 4 mulheres, incluindo Susanne Klatten, accionista maioritária da BMW e mulher mais rica da Alemanha.

Apesar da condenação ninguém sabe onde pára o dinheiro bem como s fotografias e vídeos íntimos que Sgarbi utilizava para exigir avultadas somas às vítimas. O advogado de defesa, considera que se fez justiça. “Estou satisfeito com o veredicto. Porquê? Por que poderia ter sido sentenciado a 12 anos prisão ou mesmo 15 anos. Por isso, estou satisfeito”, disse. O Ministério Público pretendia que o “gigolô suíço”, como é conhecido, fosse condenado a 9 anos atrás das grades. “Geralmente não existe satisfação para a acusação. Não existe vitória. É o veredicto de um tribunal. Avaliaremos novamente, se houver recurso. Veremos com detalhe e depois decidiremos o que fazer”, referiu o procurador. A confissão e o pedido de perdão terão valido ao réu a sentença próxima dos cinco anos de prisão que a defesa esperava. À accionista maioritária da BMW, Susanne Klatten, mãe de três filhos e a única que deu a cara, conseguiu extorquir 7 milhões de euros, com uma história fraudulenta. Depois exigiu 50 milhões para não divulgar fotos e vídeos íntimos captados por um alegado cumplice italiano. Os dois terão comprado uma casa nos arredores da cidade italiana de Pescara com parte dos 9 milhões de euros que extorquiram às 4 mulheres.