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Sinn Fein condena ataque de dissidentes republicanos na Irlanda do Norte

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Sinn Fein condena ataque de dissidentes republicanos na Irlanda do Norte

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A polícia abriu a caça ao homem na Irlanda do Norte.

Uma facção dissidente do Exército Republicano Irlandês, auto-intitulada IRA-Verdadeiro, reivindicou o ataque contra um quartel britânico, na noite de sábado. Dois soldados morreram e quatro pessoas, entre elas dois civis, ficaram feridas com gravidade na base de Massereene, perto de Antrim, a 25 quilómetros de Belfast. Os líderes políticos britânicos, irlandeses e norte-irlandeses reagiram mostrando-se determinados a manter o processo de paz, alcançado em 1998, com os acordos de Sexta-feira Santa. O vice-primeiro-ministro do governo partilhado e ex- chefe militar do extinto IRA revela que o ataque foi levado a cabo por pessoas que se opõem à paz e ao processo de paz. “Foi errado, contraproducente e não devia ter acontecido. E parece-me que estas pessoas estão determinadas a fazer com que os soldados britânicos voltem às ruas da Irlanda do Norte”, disse Martin McGuiness, do Sinn Fein. A violência tem vindo a agravar-se. No último ano, multiplicaram-se as tentativas de homicídio de polícias e no final de Janeiro foi descoberto um carro armadilhado na localidade de Castlewellan. Acções reinvidicadas pelo grupo dissidente do IRA, que em 1998 causou a morte a 29 pessoas, em Omagh, no mais sangrento atentado dos 30 anos de confrontos na Irlanda do Norte. Nas últimas semanas Londres reenviou forças especiais para o Ulster, com a missão de apertar a vigilância aos dissidentes.