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Tensão máxima na Península Coreana

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Tensão máxima na Península Coreana

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A tensão sobe na Península Coreana. Na Coreia do Sul queimam-se bandeiras e gritam-se slogans contra o vizinho do Norte, enquanto em Pyongyang as tropas estão em alerta, em resposta às manobras militares entre 56 mil soldados americanos e sul-coreanos.

Os exercícios vão durar até dia 20. Decorrem todos os anos e mais uma vez o regime norte-coreano afirma tratar-se de preparativos para uma invasão. Stephen Bosworth, enviado especial norte-americano para a Coreia do Norte, lamenta que Pyongyang tenha cortado as redes de comunicação com o Sul e garante que “o objectivo principal dos Estados Unidos continua a ser o fim completo do programa nuclear da península coreana”. O relacionamento entre as duas Coreias tem vindo a degradar-se no último ano, mas a gota de água foi o anúncio do lançamento de um satélite pelo pelo regime norte-coreano. Seul e Washington suspeitam tratar-se de um míssil de longo alcance. Apesar das pressões internacionais, o regime de Kim Jong-il está decidido a avançar com o lançamento e promete entrar em guerra se alguém abater o alegado satélite, como ameaçam fazer os Estados Unidos e o Japão. Pyongyang colocou o seu exército em alerta, ou seja, quase milhão e meio de homens.