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Exército lança ultimato a dirigentes políticos em Madagáscar

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Exército lança ultimato a dirigentes políticos em Madagáscar

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Grande expectativa sobre a situação em Madagáscar onde o exército fez um ultimato. As chefias militares deram um prazo de 72 horas aos dirigentes políticos da ilha para que estes ponham termo à crise. Um aviso que surgiu, por coincidência ou não, poucas horas depois do ministro da Defesa se ter demitido do cargo que exerceu durante apenas um mês.

Por seu lado, Andry Rajoelina, líder de um movimento de oposição cujos protestos causaram a maior instabilidade ocorrida em Madagáscar nos últimos anos, já se distanciou da posição dos militares. O antigo presidente da câmara da capital Antananarivo, esteve refugiado durante três dias na embaixada francesa e terá agora procurado refúgio junto das Nações Unidas. Por enquanto, as intenções dos generais são pouco claras. Os analistas dizem que o exército estará dividido. Os militares afirmam que, findo o prazo do ultimato, o exército vai actuar mas recusam, no entanto, uma intervenção semelhante à que no mês passado levou a guarda presidencial a disparar sobre uma multidão, matando 28 militantes anti-governamentais.