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França acusada de proteccionismo sobre contratações da Renault

Apesar da crise, a Renault é alvo de boas notícias: a fábrica do grupo em Flins, na região de Paris, vai contratar pessoal e aumentar a produção, para responder ao aumento da procura nalguns países.

A fábrica vai produzir a versão anterior do Clio, devido a uma saturação da unidade na Eslovénia que produz o modelo. Durante a cimeira europeia em Bruxelas, o presidente francês Nicolas Sarkozy mostrou-se contente e garante que a França não quer roubar o emprego aos romenos: “Estive com o primeiro-ministro da Eslovénia e disse-lhe que não iria perder nenhum emprego. Como há um aumento da procura e da produção, a Renault decidiu criar mais 400 postos de trabalho em França. Eu sou presidente da República Francesa e estou contente. É uma decisão que não tira nenhum emprego aos nossos amigos eslovenos e devolve emprego a Flins. É exactamente o que eu queria”, disse o chefe de Estado. O ministro da Indústria, Luc Chatel, disse que esta é uma prova de que o esquema francês de apoios à indústria automóvel está a resultar. Estas declarações levantaram críticas por parte da Comissão Europeia, em particular, da comissária para a concorrência Neelie Kroes, que acusou a França de proteccionismo.

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